Lixo eletrônico, atualmente, é uma fonte de diversos problemas afetando segmentos distintos do cotidiano, tais como ambiente, econômia, política e comportamento.
A princípio, quando há descuido em jogá-lo em locais inadequados – como terrenos baldios, ou na rua – não emite mal cheiro, nem atrai vetores de doenças. Porém, este tipo pode ser ainda pior que o lixo convencional.
Para o físico-químico Antônio Carlos Dias Ângelo, o contato com as substâncias tóxicas – chamadas de organo-metálicas, produto de reações entre os metais de uma bateria e o solo, por exemplo – é extremamente nocivo. “Pode causar males desde problemas renais, no fígado e até no sistema nervoso central”, explica.
Mesmo assim, a população encontra grande dificuldade em se desfazer dos equipamentos parados.
Pilhas e baterias já são recolhidas em bancos e prefeituras, mas em Bauru, como na maioria dos municípios, ainda não existe a coleta seletiva para eletrônicos de grande porte.
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