A diferença em viver sem degradarAs habitações da vila ecologicamente correta são feitas com solocimento e madeira reflorestada.
A energia é solar e a água, depois de utilizada, passa por tratamento biológico sendo reaproveitada para a irrigação.
A parte orgânica do lixo é transformada em alimento para galinhas e minhocas. O inorgânico vai para a coleta do próprio município e o esgoto vira adubo.
Reservatórios armazenam água da chuva. “Nós coletamos pelos telhados, armazenamos em reservatórios subterrâneos e utilizamos para fins secundários”, diz o idealizador Edson Hiroshi Séo.
Os membros da Ecovila pretendem criar áreas de cultura e lazer, alinhar preservação à qualidade de vida e bem-estar social.
“Vida simples não é vida pobre. Nossa proposta é mudar de vida ganhando, não perdendo”, conclui a jornalista Giuliana Capello, proprietária de um dos terrenos.
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